Manter a mente limpa ou fantasiar todas as possibilidades de felicidade que aquele novo amor poderia trazer?
Viver o amargo do hoje ou esperar a doçura do amanhã?
Arrancar a emoção do peito ou mergulhar até o fundo, até os limites dessa emoção?
Dar um passo atrás ou me jogar nesse abismo?
E, ainda, decidir ou manter a dúvida na possibilidade do erro da decisão?