Às vezes bate uma saudade daquela voz que já não se ouve há um tempo, das brincadeiras bobas, do friozinho na barriga.
Mas eu me faço de forte. Finjo que esqueci.
E acabo assoviando aquela música que lembra a gente, e vêm na memória o tom certinho que ele usa para cantar cada trecho.
Fico repetindo algumas partes na memória. Editando a meu gosto. Imaginando as expressões que ele faz cantando.
E daí eu vejo que fui longe demais com as lembranças e volto para o meu mundo onde não há espaço para saudade.
Ainda tento me convencer de que vivo no presente.
Mas eu me faço de forte. Finjo que esqueci.
E acabo assoviando aquela música que lembra a gente, e vêm na memória o tom certinho que ele usa para cantar cada trecho.
Fico repetindo algumas partes na memória. Editando a meu gosto. Imaginando as expressões que ele faz cantando.
E daí eu vejo que fui longe demais com as lembranças e volto para o meu mundo onde não há espaço para saudade.
Ainda tento me convencer de que vivo no presente.
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