Tinha uma moça sentada sozinha no banco de uma praça vazia.
Intercalava momentos em que exibia seu bonito sorriso com outros momentos que parecia conter todo o sofrimento do mundo dentro de si.
Seu rosto, molhado de lágrimas e chuva, brilhava com o reflexo da luz.
Fiquei olhando um pouco mais até que alguém me disse por entre resmungos: "É louca!"
Depois de um tempo reparei que ela falava sozinha. Brincava sozinha. Vivia na fantasia. Inventou um mundo em que ela era rainha, em que não havia fome e tudo era bonito. Às vezes voltava para o nosso mundo apenas para descobrir que sua vida não era melhor que suas fantasias. Então voltava a sonhar.
E quem pode culpá-la?
Tantas vezes a gente mesmo faz isso.
Só podemos torcer para que seja feliz, apesar de tudo.
Intercalava momentos em que exibia seu bonito sorriso com outros momentos que parecia conter todo o sofrimento do mundo dentro de si.
Seu rosto, molhado de lágrimas e chuva, brilhava com o reflexo da luz.
Fiquei olhando um pouco mais até que alguém me disse por entre resmungos: "É louca!"
Depois de um tempo reparei que ela falava sozinha. Brincava sozinha. Vivia na fantasia. Inventou um mundo em que ela era rainha, em que não havia fome e tudo era bonito. Às vezes voltava para o nosso mundo apenas para descobrir que sua vida não era melhor que suas fantasias. Então voltava a sonhar.
E quem pode culpá-la?
Tantas vezes a gente mesmo faz isso.
Só podemos torcer para que seja feliz, apesar de tudo.
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